Você meu ilustre amigo filósofo, a quem tenho o maior apreço. Agradeço a tua referência, mas não sou um poeta. Um poeta tem rima nas suas poesias. Um poeta coloca nas suas poesias o coração e a alma. Um poeta quando escreve deixa as lágrimas cair sobre o próprio texto, e seu semblante e seu

Vô cuida a Mariana, cuida vô. Que ela é uma estrela que veio para brilhar. Vô cuida a Mariana, cuida vô. Que ela é uma princesa que veio para reinar. Vô cuida a Mariana, cuida vô. Que ela é uma flor que nasceu para te alegrar. Vô cuida a Mariana, cuida vô. Que ela tem

Você veio para uma missão. O brilho do teu olhar me indica a direção. É a luz na escuridão. Helena! Helena! Helena! Você é os raios do sol e o manto da lua. Você é o meu mundo e o meu universo, minha fonte de inspiração. Helena! Helena! Helena! Tão pequena mas já sabe a

Meu doce amigo camarada foste para a última morada e na sua dor e sofrimento do momento final me deste o último olhar, um olhar de lamento. Porque fizeram isto contigo? Tú que só tinhas bondade e a todos que me visitavam fazias um agrado, parece que sorria para agradecer. Mas te envenenaram sem compaixão,

Encilhei o meu mouro para fazer uma tropeada, tenho que buscar uma ponta de gado comprada pra lá dos Porongos. O tempo estava feio, com chuva guasqueada, mas este peão não fraquejeia, pois corre nas veias o sangue de seus antepassados. Pitangueira da beira da estrada, tu tens o sustento de quem anda longe de

Amigo! Se te conto estas coisas, é porque ao longo dos tempos fostes merecedor da minha confiança E tenho que colocar para fora o que me aperta o peito Como tu bem sabes, eu aprendi a cair e me levantar sem ter ninguém para dar a mão Andava de pé de chão na geada sem

Você era tão bonita Tinha meiguice até no falar Teu corpo tão macio, era gostoso de pegar Mas deixa rolar, que essa dor tão doida, amanhã não vou nem lembrar Teu beijo era tão quente, que me fazia delirar Mas deixa rolar, que essa dor tão doida, amanhã não vou nem lembrar Nas tuas juras